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Modernização de aplicações enterprise com low-code

Em muitas organizações enterprise, a modernização de aplicações não acontece através de substituições completas, mas sim por evolução progressiva. Sistemas críticos continuam a suportar o negócio, enquanto novas necessidades digitais surgem à sua volta, exigindo interfaces mais modernas, maior agilidade e melhor integração. 


Neste contexto, low-code surge como uma forma pragmática de modernizar aplicações existentes, criando novas camadas funcionais e melhorando a experiência de utilização, sem intervenções profundas nos sistemas core. 


 

Modernizar não é substituir 


Um dos equívocos mais comuns na modernização aplicacional é assumir que evoluir significa reescrever ou substituir sistemas existentes. Na prática, a maioria das organizações procura: 


  • Prolongar a vida útil de aplicações críticas 

  • Melhorar usabilidade e eficiência operacional 

  • Reduzir dependência de desenvolvimentos complexos 

  • Preparar o portefólio para futuras evoluções 


Low-code enquadra-se bem neste modelo incremental, funcionando como uma camada de modernização sobre sistemas existentes, em vez de uma alternativa total ao desenvolvimento tradicional. 


 

Onde o low-code é mais eficaz na modernização 


Em programas de modernização aplicacional, low-code tende a gerar mais valor quando aplicado a componentes específicos do ecossistema:

 

  • Interfaces de utilizador – Renovação de experiências digitais sem alterar lógica de negócio existente 

  • Camadas de orquestração – Consolidação de processos que envolvem múltiplos sistemas 

  • Extensões funcionais – Adição de novas capacidades a aplicações legacy 

  • Automação de fluxos operacionais – Redução de tarefas manuais e dependências informais 


Estas utilizações permitem modernizar de forma visível e rápida, mantendo estabilidade nos sistemas mais críticos. 



Low-code como ponte entre passado e futuro 


Em vez de criar ruturas, low-code pode funcionar como elemento de transição entre aplicações legacy e arquiteturas mais modernas. Ao criar novas aplicações ou extensões sobre sistemas existentes, torna-se possível: 


  • Isolar complexidade técnica 

  • Reduzir pressão sobre equipas de desenvolvimento tradicional 

  • Introduzir novas práticas e padrões de forma gradual 

  • Facilitar futuras iniciativas de modernização mais profunda 


Esta abordagem é particularmente relevante em organizações com portefólios extensos e dependências históricas difíceis de eliminar num único ciclo. 



Manter coerência no ecossistema aplicacional 


  • Mesmo em iniciativas de modernização, é essencial garantir coerência técnica e funcional. Aplicações desenvolvidas em low-code devem integrar-se naturalmente com o restante ecossistema, respeitando princípios de arquitetura, dados e segurança já existentes. 


Quando este alinhamento existe, low-code contribui para simplificar o portefólio, em vez de o fragmentar, apoiando uma modernização progressiva e controlada. 

 

A nossa experiência 

Esta abordagem tem sido aplicada em contextos enterprise para apoiar programas de modernização aplicacional, permitindo renovar interfaces, automatizar processos e criar extensões sobre sistemas existentes, sem comprometer a estabilidade dos sistemas core nem a coerência do ecossistema tecnológico. 

 

A modernização de aplicações enterprise é um percurso contínuo, feito de decisões incrementais. Low-code pode apoiar esse percurso quando usado como uma ferramenta de evolução, e não como uma substituição indiscriminada de sistemas existentes. 

 

Está a avaliar como modernizar aplicações na sua organização de forma progressiva e alinhada com o seu ecossistema atual?  Fale connosco para explorar como as soluções de low-code podem apoiar nesse caminho. 

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